De acordo com os relatos fornecidos, um homem de 41 anos iniciou negociações para a aquisição de uma motocicleta, utilizando um intermediário operando na internet. Paralelamente, um segundo indivíduo, identificado como o proprietário legítimo da motocicleta, um homem de 32 anos, recebeu uma solicitação peculiar do golpista. Este último instruiu o vendedor a não divulgar o valor real da venda ao comprador, sob o pretexto de que ele próprio estava gerindo essa questão.
Confiando na aparente legitimidade da negociação, o proprietário da motocicleta concordou com os termos propostos e confirmou a transação. Imediatamente após a transferência de R$ 4.000 para uma conta bancária do Banco Bradesco, fornecida pelo fraudador, este bloqueou ambos os envolvidos no aplicativo WhatsApp, cortando qualquer forma de comunicação.
Em resposta ao ocorrido, a Polícia Militar forneceu às vítimas as orientações necessárias sobre as providências a serem tomadas. Isso incluiu o registro formal da ocorrência junto à Polícia Civil e a recomendação de tentar bloquear a transação financeira através do banco. Atualmente, o caso permanece sob investigação ativa, com as autoridades empenhadas em rastrear os responsáveis e prevenir futuras ocorrências semelhantes. Este incidente serve como um lembrete crítico da necessidade de cautela e verificação rigorosa ao realizar transações online, especialmente através de plataformas de compra e venda.




